quarta-feira, 21 de maio de 2008

Uma nova forma de expressão

De fato estou bem, e vivo.
Tudo por aqui foi muito parado e continua sendo mas, mesmo assim resolvi reformular a idéia de ter um Blog e, mesmo que ninguém leia, escrever um pouco do pouco que penso se tornará rotina. Enfim, toda aquela turbulência de sentimentalismo ficou no passado mas algo ainda é presente e esse algo é dificil de mudar. Estou falando sobre minha forma de pensar e refletir... implementei um pouco ali, tirei um pouco daqui, mas a essência não mudou em nada.
Escrever não se tornou mais um desafio, se bem que é difícil associar o texto ao pensamento provisório mas, nada que algumas horas refletindo sobre a mesma coisa não ajude, e algumas barreiras foram quebradas.
Quase um ano depois... quase um ano de mudança e aceitação.

Reformulando com sabedoria e inspiração, só eu posso levantar o que nunca foi conquistado. Talvez um dia esses textos me sirvam de alguma coisa.

Caio - Lubel

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Um poema(?)

Diante de mim, eu te tenho.
Não posso te controlar, pois não sei com que rédeas.
Sou frágil, e por qualquer deslize,
Eu caiu à pensar em você eternamente.
Gosto de ti por que existo,
E por que existes comigo.
Mas não sei controlar meus sentimentos por você,
E isso fere.
Por você, faço tudo o que posso.
Tudo o que devo sentir e deixar de sentir, eu sinto e deixo de sentir.
Pois por você, sou firme,
Como um caule de uma rosa em bosque aberto.


Por onde ando, você está comigo,
Em meu coração, em minha mente, em meu existir.
Posso reclamar de tudo o que faz,
Posso reclamar de tudo o que senti,
Mas com você, sou um só.
Sou único.
Com você sou verdadeiro,
Sou denso.


Pensar em ti me leva a loucura
E me deixa a par do existir.
Pensar em ti me faz murmurar palavras secas,
E de vez em quando palavras de amor.
Amo-te, vanglorio-te, desejo-te,
E dentro de mim, eu e você somos um só.

Vida!

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Em um bar no fim do mundo...

--Vazio por aqui hoje...?
--É um dia isso tem q ficar vazio né!?
--Que tédio... coloca uma musica aii!
--Esse trabalho não é meu!
--E dai?
--Faça ele você!
--Mas eu não trabalho aqui!
--E eu muito menos.
--Oras bolas... cade o dono então?
--Como vou saber?
--Você esta aqui a mais tempo...
--Como se isso mudasse algo.
--Sim muda...
--Oque?
--Se você está aqui a mais tempo e bebendo ainda por cima, deve saber onde o dono está!
--Mas eu não sei. Só cheguei aqui e me servi com um copo de cerveja.
--Que coisa... não sabe mesmo?
--Não.
--Onde será que está?
--Isso foi uma pergunta?
--Não!
--Oque foi isso então?
--Só estou querendo ser simpático!
--De onde eu venho não existe simpátia.
--Percebe-se!
--Oque?
--Que de onde você vem não existe simpátia!
--Não!
--Então!
--Então oque?
--Hã?
--Não te entendo!
--Eu muito menos!
--Se você não se entende, quem vai te entender?
--Não quis dizer isso!
--Mas disse!
--Não, você não entendeu!
--Entendi sim!
--Não não!
--Então?
--Quis dizer que... oras homem, esqueça!
--Esquecer oque?
--Olha, não quero arrumar confusão, por isso não me amole!
--Tudo bem!
*minutos depois*
--ONDE ESTÁ O DONO DESTE LOCAL... POR DEUS!
--Não adianta gritar!
--E por que não?
--Por que ele não está aqui!
--E como sabe!
--Estou aqui a mais tempo que você!
--Ha agora você diz isso?
--Sim, digo!
--Diga mais então!
--Mais oque?
--Onde o dono está?
--Não sei!
--Mas você disse que ele saiu!
--Eu nunca disse isso!
--Mas acabou de dizer!
--Eu não disse isso. Disse que ele não está aqui... que ele saiu, disso já não sei!
--Se ele não está aqui é por que saiu...
--Pois então.
--Então ele saiu?
--Não sei!
--COMO NÃO SABE?
--Já disse, eu entrei aqui e peguei minha cerveja!
--Mas você acaba de dizer que ele saiu!
--Já disse que não disse isso!
--Oque quis dizer então?
--Que ele não está aqui!
--Vai pro inferno homem...
--Vai pro inferno... VOCÊ!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Seção Karaokê

AC/DC
Aye, aye, aye, aye, aye, aye, aye, aye

See me ride out of the sunset
On your color TV screen
Out for all that I can get
If you know what I mean
Women to the left of me
And women to the right
Ain't got no gun
Ain't got no knife
(But) don't you start no fight

Cause I'm T.N.T., I'm dynamite
T.N.T. and I'll win the fight
T.N.T. I'm a power load
T.N.T. watch me explode

I'm dirty, mean and mighty unclean
I'm a wanted man
Public enemy number one
Understand?
So lock up your daughter
Lock up your wife
Lock up your back door
(And) run for your life
The man is back in town
(So) don't you mess me 'round

Cause I'm T.N.T., I'm dynamite
T.N.T. and I'll win the fight
T.N.T. I'm a power load
T.N.T. watch me explode

T.N.T. aye, aye, aye
T.N.T. aye, aye, aye
T.N.T. aye, aye, aye
T.N.T. aye, aye, aye
T.N.T. aye
I'm dynamite (aye, aye)
T.N.T. aye
And I'll win the fight (aye, aye)
T.N.T. aye
I'm a power load (aye, aye)
T.N.T.
Watch me explode
******************************
******************************
Matanza
Ela roubou meu caminhão
Ela roubou meu caminhão
Ela escreveu dizendo que não me agüentava mais
E foi embora com meu caminhão

Foi embora e me deixou aqui
Foi embora e me deixou aqui
Quando eu acordei e vi, meu caminhão não tava mais
E nunca mais na vida eu vou dormir

Eu que tinha até tatuado o nome dela
Eu pensava nela toda noite nesses dez anos
Que eu passei trancado naquela prisão
Essa foi demais! Isso não se faz!
Ninguém vai acreditar
Ela roubou meu caminhão

Ela já deve tá bem longe daqui
Ela já deve tá bem longe daqui
Daqui pode ter pego qualquer rodovia federal
E foi reto na reta até sumir

Só me pergunto o que é que aconteceu
Só me pergunto o que é que aconteceu
Ela ter ido embora tudo bem eu não tô nem aí
Perder meu caminhão foi que doeu

Eu que tinha até tatuado o nome dela
Eu pensava nela toda noite nesses dez anos
Que eu passei trancado naquela prisão
Essa foi demais! Isso não se faz!
Ninguém vai acreditar
Ela roubou meu caminhão

Sinceramente eu pensei que dessa vez fosse me regenerar
Trabalhando honestamente com uma esposa ali cuidando do lar
Uma vida bem normal pra envelhecer em paz
Mas se o destino quis assim agora tanto faz
Do bar não saio nunca mais

Ela roubou meu caminhão
Ela roubou meu caminhão
Ela escreveu dizendo que não me agüentava mais
E foi embora com meu caminhão
Foi embora e me deixou aqui
Foi embora e me deixou aqui
Quando eu acordei e vi, meu caminhão não tava mais
E nunca mais na vida eu vou dormir

Eu que tinha até tatuado o nome dela
Eu pensava nela toda noite nesses dez anos
Que eu passei trancado naquela prisão
Essa foi demais! Isso não se faz!
Ninguém vai acreditar
Ela roubou meu caminhão

quarta-feira, 4 de julho de 2007

O Poeta Dramalão [Parte 2] O Inconsciente

Pergunto-me onde estou. Pergunto-me quem sou eu e para que vivo. Sou rodeado por coisas sem sentido que só fazem crescer em mim, o desejo de odiá-las.

Meu mundo é fechado. Nele, todas as coisas que fazem parte estão ligadas entre si de alguma forma. Mas, que mundo é este? Por que ele existe? Será ele fruto de minha imaginação? Ou será ele um simples lugar onde as coisas são pífias e sem sentido?

Procuro-me ausentar estes pensamentos que me trazem desgosto e podem me levar a loucura.

Mas, sei que sou o rei, sei que sou o mestre e sei que sou o dono disso tudo. Sei que posso mudar e complicar tudo, da forma que eu quiser. E por mais que eu deseje cada uma dessas coisas, nenhuma delas faz sentido.

Um lindo mundo de sonhos onde somente eu sei o que se passa. Divertir-me com simples passos de pombos ao redor de migalhas de pão. Divertir-me com um garfo durante a refeição. Divertir-me no chuveiro com leves gotas d’água que escorrem pelo meu corpo. Loucura pensar que isto é loucura.

Doce mundo... doce mundo de ilusão e tristeza. Doce mundo de alegria e frieza. Mundo este que não sei de onde vem e não sei para que serve.

Simplesmente vivo nele e não deixo que ninguém entre e tome conta.

Mas, para que ele existe? Para onde vai depois que eu morrer? Para onde vai tudo isto? Memória, desejos, ambições, caráter, sonhos... para onde vão todos eles? Se forem extintos depois da morte, para que tê-los? Para que desejar algo que vai desaparecer depois? Para que sonhar com algo, ter algo, que simplesmente não existira mais após a minha ausência?

Por isso, para mim as coisas são inúteis e sem sentido.

Levo-me daqui, não sou como vocês. Não sou hipócrita de pensar que tudo isso é real. Não tenho esse caráter inútil que todos dizem ter, não tenho esse pensamento fixo na cabeça de querer ser feliz, não deixo as coisas de lado por simplesmente achar que posso ser feliz sem elas. Não me livro de problemas simplesmente dizendo que posso viver sem eles. Não sou igual a vocês. Não tenho essa vontade ilusória que todos tem de ser completamente feliz. Felicidade completa não existe.

A única coisa que tenho é meu mundo, um mundo fechado, um mundo que não faz sentido, um mundo ilusório.

Vivo bem nele. Mas, eu odeio meu mundo.

Queria poder vagar como uma bolha de sabão no ar... mas tenho medo que estoure.

Acho que estou perdendo meus sentimentos. Acho que estou perdendo essa coisa que todos chamam de “valor”. Não penso mais nas coisas “lá fora!”. Não penso mais no amanha ou no hoje. Não penso mais na percepção das pessoas, não penso mais no que elas sentem ou pensam de mim. Não penso mais no caráter delas. Não penso no que dirão ou deixaram de dizer. Penso somente no momento, no minuto. Penso somente nas coisas que vão me proporcionar o bem naquele segundo. Será isso ruim?

Meu mundo está fechado. Sinto-me fechado. Sinto falta de emoção nele. Sinto falta de ter algo com que me preocupar. Sinto falta de ter uma meta, um objetivo. Sinto como se estivesse parado e imóvel. MEU MUNDO ESTÁ FECHADO!

Basta dizer que estou bem com o que tenho ou com o que faço, que perco todas as minhas forças.

Mas, um dia estarei lá fora, um dia este mundo se abre e as coisas que estão nele saíram. E quando isto acontecer, quando eu atingir o topo e a gloria, esperem o desprezo. Esperem a pior pessoa que jamais pensaram que posso ser.

Um dia serei grande, um dia serei majestoso. UM DIA SEREI ÚNICO!

Viver é meu maior desejo. Viver para um dia alcançar a dignidade de ser feliz.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Cantando e cantando!

Kizu tsuke atta kotoba mo kasaneta namida mo
Itsuka wa omoide ni naru yo dakara...
Togireta melody mune ni dakishimete
Ashita mo ikiru darou anata ni aenakutemo

Sing without you I'll sing without you
Can't you feel my heart
Falling through the rain
I sing without you I'll sing without you
Can't you hold my tears cause,
Still I love you

I can't face the thought of being alone
I sing for the song still carries on
Mune ni dakishimete omoi wo utawasete
koe ni naranakutemo
Sing without you I'll sing without you
Can't you feel my pain
There's nothing I can do
I still have a longing for you memory
Kizu tsuku dakedemo kokoro wo tsutaetai yo
Ima wa... hitori ni shinai de
Furi sosogu ame ni kowaresouna yume
Ashita mo kanaderu kara

Sing without you I'll sing without you
Can't you feel my heart
Falling through the rain
I sing without you I'll sing without you
Can't you hold my tears cause,
Still I love you

I sing without you I'll sing without you
Can't you feel my heart falling through the rain
I sing without you I'll sing without you
Can't you hold my tears cause, still I love you

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Poeta Dramalhão [parte 1]

Depois de uma longa data de férias e, depois do Blog começar a criar pó e juntar traças, volto eu com um texto birrento e todo dramalhão!

Pois é, como todos sabem, dia dos namorados passou e eu andei meio desolado pensando no passado e nas coisas corriqueiras da vida. Mas, nada melhor do que um presentinho de uma amiga pra me animar um pouco! Agradecimentos especiais a Aline que insistiu em me dar docinhos justo no dia dos namorados! (risos)

Enfim, o texto de hoje mostra um pouco do interior de meus medos e angustias, mostra cada canto do submundo das sombras que de vez em quando encontro dentro de mim. É a primeira parte de muitos textos que estou fazendo sobre mim e sobre minha forma de pensar. Passado, presente, futuro. Alegrias, Tristezas, decepções. Tudo. Mas, vou tentar inovar e escrever de forma a parecer que não sou eu. Então, será algo meio mirabuloso (sim, miraBuloso)! Ao primeiro texto...

Não vou escrever como um poeta que pretende mudar o mundo.
Não vou escrever como um poeta que sabe fazer rimas.
Não vou escrever como um poeta que se diz poeta apenas por fazer as pessoas se sentirem bem com meias palavras.
Não vou escrever como um poeta que se diz poeta por dizer que a flor é tão bela quanto a beleza de Maria.
Vou escrever como “eu”, como “quem sou” e como penso.
Por escrever e dizer tudo que sou e tudo que sinto, talvez eu possa encontrar o caminho relendo cada linha que botei no papel. Pois, é na escrita que encontro meu amparo e meu desabafo. Nenhuma palavra precisa ser lida por ninguém, apenas por mim.
Por isso, escrevo sobre Maria, e todo o bem e mal que ela me fez. Escrevo sobre a escuridão que encontro dentro de mim e escrevo por todo o sofrimento que venho passando nestes momentos tão incompreensíveis que a vida pode nos dar.
Sobre Maria, uma Deusa. Conheci-a ainda quando jovem, era bonita dos cabelos escuros e dos lindos olhos cor de mel. Só ela sabia me fazer sorrir. Era única, verdadeira. Só ela sabia me encantar a cada dia, a cada noite. Maria sabia de todas as coisas que eu gostava e sabia de todas as letras que eu amava. Maria era única. Só ela, somente ela ria das coisas que eu dizia. Talvez para alegrar-me. A cada momento eu clamava por Maria, e só enxergava a beleza puritana que existia dentro daquele ser. Animava-me saber que, ao chegar em casa, encontraria Maria para conversar e dizer coisas da vida. Por onde eu andava era Maria, Maria, Maria. Por flores e bosques que passava via Maria. Já fazia parte de mim, do meu ser, do meu existir.
Ô Maria. Eu respirei do teu cheiro, compartilhei do teu calor, beijei teus lábios e sofri a tua dor. Maria, tudo que eu pedi a Deus, tudo que eu desejei... eras única e de total valor. Amei, me encantei e me apaixonei. Por Maria e somente por Maria. A amizade crescia e eu te desejava cada vez mais. Era forte e verdadeiro o sentimento que senti por ti, Maria. Eu tentava e você negava. Eu tentava e você desconversava. Escondias teu desejo de me querer o quanto eu te quis?
Maria, doce como o mel. Tivemos nosso primeiro encontro e eu à tive aos meus braços. Beijei e acariciei. A tratei como uma dama e fui total cavalheiro. Conversávamos, nos abraçávamos como um belo casal de amantes que anda feliz pelas ruas. O tempo era curto e o momento indispensável. Aquele momento, feliz momento, se repetiria e se repetiria, até Maria saber o quão verdadeiro era meu amor. Saímos juntos, jantamos a luz de velas, assistimos a obras clássicas num cinema vazio. Era um sonho... Assim como sentir a brisa vinda do mar. Assim como sentir, junto a ti, as fortes ondas do oceano batendo em nossos pés. E, assim como passear pelas areias da praia. Era um sonho...
Beijos e caricias, abraços e amores. Juntos, eu e Maria!
Hoje, sinto falta dos teus braços, sinto falta do teu abraço, sinto falta do teu aconchego. Sinto falta do teu cheiro... ô, teu cheiro. Falta do teu calor e do som de sua voz. Sinto falta da pessoa que foi especial pra mim e de tudo que passamos juntos durante nossa longa e concreta amizade. Você faz falta Maria. Muita falta.
E a pensar que me deixou no infinito mar da escuridão sem nem me dar respostas. A pensar que deixou meu coração de lado e partiu sozinha sem nem dizer por que. Quando penso nisso, Maria, sinto meu coração acelerar e levar pontadas fortes de agulhas como caldas de escorpiões. Neste momento, ao cair de minhas lagrimas, eu penso o quão distante estas de mim e o quão sofrível seria tentar chegar até você. Mas, presumo que não queira mais meu amor. Presumo que não queira mais minhas caricias nem meu calor. Presumo que me queira distante e não me queira mais em sua vida nem como um amigo que fui a tempos atrás. E, nesse presumir, eu sofro... sofro por saber que perdi uma parte de mim. Sofro por saber que acreditei em todos os momentos que passei ao teu lado. Sofro por saber que concretizei toda a minha fé em nossas vidas, juntas. Sofro por ter acreditado que nunca ia terminar. Sofro por saber que, tudo isso, não era verdade. E, ainda sofro por ter tua marca dentro de mim, Maria.
Maria, tudo o que desejei, tudo o que acreditei. Por que me deixou? Por que se afastou de mim? Por que me deixou dessa forma? Por que Maria? Por que me fez acreditar que aquilo tudo era real? Por que não me disse antes todo o seu sentimento verdadeiro? Por que Maria? Por que?
Sou um pobre sofredor. Um homem que perdeu um grande amor. Um menino que perdeu uma incrível amizade. E um cachorro que se perdeu de seu dono. Sozinho, na escuridão e sem Maria.

terça-feira, 29 de maio de 2007

O rico e o pobre

“Pobre, nasce pobre e morre pobre”, essa foi à pérola que ouvi do meu avô quando ainda era vivo.

Vivemos em um país onde à diferença social é tão grande, que afeta até os “burgueses” capitalistas sedentos por dinheiro. Pode perceber, nas ruas mesmo, mendigos vivem de baixo de pontes em quanto na rua ao lado passa uma BMW X5, ou ate mesmo um Toyota Hilux com um “burguês” dentro. É só passar perto da Avenida Pacaembu, ou ate mesmo pros lados de Indianópolis e ver aqueles puta prédios com 30 andares na qual os apartamentos ocupam um só andar. Enquanto isso, na avenida mais próxima, tem um “Zé-ninguém” pedindo esmola no farol pra comer um pão com ovo na padaria da esquina! Não sei vocês, mas eu sempre reparo nisso. Sábado, por exemplo, fui cortar o cabelo em uma cabeleireira (mãe do Fagner, detalhe. Eu tive que ficar bonito pra celebrar os 25 anos de casado do papai e da mamãe) ali na Rua Tupi, perto da Avenida Pacaembu. Eu já conhecia aquele lugar devido a uma tia da minha ex-namorada que morava ali por perto, em um desses prédios grandes, saca? Os bairros ali são muito bonitos, com grandes prédios, carros importados e “mauricinhos” de narizes empinados passeando com seus cachorros ou comendo em um daqueles restaurantes caros, onde um prato de entrada custa mais que um dogão completo com duas salsichas e vinagrete a gosto que vendem aqui perto de casa.

Sabe, eu moro em um bairro chamado Vila Mirante (reparem bem no nome: VILA), gosto daqui, apesar de ter vizinhos chatos e implicantes, e sempre me senti seguro (apesar de ouvir alguns tiros de vez em quando no Morro do Paquetá). Não é um lugar muito bonito de se visitar devido às casas mal acomodadas em ruas esburacadas e cheias de cachorros vira-latas comedores de lixo, mas é um bom lugar, isso eu garanto. Moro na antiga rua 13, perto da 6, um pouco abaixo da Estrada Velha de Campinas (vulgo, Raimundo Pereira de Magalhães) e não me envergonho disso. Digo “não me envergonhar”, pois sei que muitos têm um pequeno preconceito por esses lugares taxados de Vila, Morro, ruas com numero no nome e assim por diante. Mas, eu já tive varias experiência em variados lugares, e sei muito bem o que é se sentir em um lugar diferente do que se vive. Como quando voltei da praia e me acomodei por algumas horas na casa da tal tia da minha ex-namorada, ou como quando fui visitar um amigo perto do Morumbi, e sei muito bem o que é um pobre se sentir fora de seu abtati natural. Primeiro que, tudo se torna diferente do que você está acostumado a ver. Por exemplo, o tamanho das casas, a beleza do lugar, os carros na rua, as padarias sem bêbados ou caminhoneiros comedores de macarrão. E segundo que você se sente inseguro por um tempo (até se acostumar), com as pessoas te olhando de longe e com os guardas de portaria de prédio ou de casas acompanhando cada passo que você da. Sei que pode parecer meio estranho eu escrever assim, mas, quero fazer uma critica (sei que não sou bom nisso, mas to tentando) a essa tremenda diferença entre o rico e o pobre. Não sei como vocês levam isso, mas, a diferença é enorme quando um pobre ou um rico “se infiltra” em um lugar diferente da sua forma de vida. Talvez, as pessoas já tenham se acostumado com isso e nem reparam mais nessa diferença, mas existe sim o tal do preconceito. Repare em um mendigo pedindo esmola no farol: ele geralmente vai nos carros modernos primeiro, deixando por ultimo o que chamamos de “carroças” ou aqueles carros mais antigos. Ele pede uma moeda e tenta se explicar, mas, ate mesmo o cara que anda na “carroça” fecha o vidro (manual, detalhe) para não ser incomodado. As “carangas” mais novas geralmente tem damas frescas ou executivos que se acham os donos do pedaço com os vidros fechados, pois nos carros tem ar-condicionado e vidro automático. Mas, o pobre do mendigo não tem nada com isso, ele esta lá pra fazer seu trabalho e depois descansar de baixo de uma daquelas árvores de praça. Sei que as frases parecem caçoadoras, mas, é a realidade em que vivemos hoje.

Eu mesmo, já passei por um caso como esse. Serio, eu me senti um verdadeiro pobre, mas vou contar. Quando fui pra São Vicente, lá em Santos, com minha ex-namorada, fomos -em uma noite muito bonita por sinal -jantar em um desses restaurantes Italianos. Estávamos em muitas pessoas e tivemos que esperar por um momento do lado de fora, pois o restaurante estava lotado e não tinha mesa reservada. Quando entramos, eu já reparei na beleza do lugar... não sei se foi um ato meio pobre, mas fiquei encantado com os enfeites de Natal e ano novo que tinham por lá! Muito bonito o lugar, e como o esperado, casais de namorados, famílias, e empresários, comiam e bebiam sem se preocupar com a conta. Ao sentar-se à mesa, o garçom, com muito charme, troce os cardápios e alguns pães. Eu peguei o cardápio e não sabia o que fazer, devido ao nervosismo de não saber o que pedir para comer. Mas, minha namorada (na época, era minha namorada) já estava acostumada e tomou uma decisão por nós... decidiu comer pizza. Tudo bem, por mim, encher a barriga é o que importava, mas, geralmente nesses restaurantes o prato demora e sempre tem um prato de entrada com bebidas. Eu resolvi dar uma olhada no menu em quanto ela brincava com o priminho (que quebrou um copo, coitado) que estava pouco à frente. Serio, no menu estava uma seleção de preços organizados em ordem crescente e eu resolvi ver os pratos de entrada, e vi que o ultimo dos preços era, nada mais nada menos, que 140 pilas. Tudo bem, pra você que esta lendo talvez seja normal, mas, para um pequeno pobre que mora em uma VILA que nem eu, aquilo era absurdo. E qual era o nome do prato? Camarão ao molho Italiano (ou algo assim...). Na boa, aqueles camarões vieram de onde? Eram de ouro ou algo assim? Ou eram camarões legítimos das Ilhas Caimãs, devidamente selecionados para aquele único restaurante Italiano? É estranho isso pra alguém que está acostumado a comer camarão de beira de praia.

Sabe, essa diferença social me deixa puto. Sei que é utopia acreditar em um mundo que as pessoas podem viver felizes e unidas, mas, pobre ou rico, cada um tem e deve ter respeito. Esses dias ouvi minha vizinha dizendo “Esses ricos reclamam, mas não sabem o sofrimento de ser pobre e não ter dinheiro nem pra papel higiênico”! Existem ricos e ricos, pobres e pobres, não podemos tachar um grupo como um geral, isso é generalização pura.

Mas, de uma coisa estou certo, seja lá o que você for, rico ou pobre, você tem preconceito. Todos nós temos, sem exceção. Não adianta dizer “Ah, não tenho preconceito com quem tem mais dinheiro que eu!”, pois se não é preconceito, é dor de cotovelo. Sabe, hoje o mundo é uma bola de pura sujeira e não se pode negar isso. Cada um de nós faz parte dessa sujeira e suja cada vez mais... mas, isso é por que já estamos acostumados a tudo isso. Esse preconceito, essa falta de respeito, essa hipocrisia que faz parte dessa maldita raça chamada “Humanidade”!

Se você olha um pobre de cima e o tacha como “sujo” ou como “zé-ninguém”, acho que você precisa se olhar um pouco no espelho pra ver sua cara caricaturada com os dizeres na testa: Hipócrita! E, se você é um pobre que olha os ricos de baixo e se acha inferiores a ele, desculpe, arrume dinheiro e compre um espelho, você verá que és um invejoso que, ao invez de lutar pelo que é seu e pelo que tem direito, fica invejando o que é dos outros.

Infelizmente, estou nesse mundo e faço parte dele. Admito, meu lado pobre vai ao auge às vezes, e me sinto o verdadeiro pobre quando estou no meio dos que tem mais que eu, mas sei que todos nesse mundo são seres humanos e tem suas necessidades. Se eu me encanto com um cálice de ouro, o rico com certeza vai se encantar com algo que ele não tenha ou que ele não saiba!

quarta-feira, 23 de maio de 2007

A dura realidade...

Olha só, estou trazendo esse texto até vocês por que, de alguma forma, isso deve ficar guardado aqui! Bom, queria realmente agradecer quem me atura por todo esse tempo e queria que soubessem que, se eu sou realmente chato, é só avisar que prometo procurar melhorar, OK?

Enfim, ao texto, por favor!

Eu nem sei por onde começar. Bom, vou dizer que tenho um certo medo do que está acontecendo em minha vida. Na verdade, tenho medo de qual vai ser meu futuro por causa disso. Sabe, eu não acho que sou uma boa pessoa... sei lá, é como se eu colocasse a culpa de todas as coisas, que acontecem no meio em que vivo, em mim mesmo! Quando começo a pensar, vejo que vou alem do que posso imaginar e acabo chegando em uma teoria que me leva a loucura. É sempre assim, o amor, a família, os amigos, as pessoas... to cansado disso saca? Alguns já sabem que desisti de muita coisa por que eu mesmo deduzi que não vão dar certo. O que me resta é acreditar que algum dia vou poder estar longe de tudo isso.. vivo ou morto, não importa!

Cara, sério, acho que estou começando a perder essa luxuria que é o sentimento, e tenho medo disso. Perder o sentimento (pelo menos comigo é assim) é a mesma coisa que deixar de acreditar nas coisas que acredito, e jogar tudo pro alto como se a vida não tivesse valor algum. Isso vem acontecendo desde fevereiro desse ano, quando percebe que aquilo que eu realmente acreditava terminou como um passe de mágica! Não sei se vocês sabem o que é isso... é como, dizer a uma criança, que escreve uma carta pro papai Noel pedindo uma bicicleta nova, que ele não existe! É como dizer a um pescador que, no único riu que ele pode pescar, não há peixes. Sabe, eu acreditei em tudo que aconteceu, acreditei cegamente... acreditava que aquilo sim era real! Pois é, era a vida que eu queria... com quem eu queria. Desejava desde o começo e consegui, de fato. Mas, como em um passe de mágica aquilo acabou... puffff... como se o mágico fizesse sumir o relógio de seu pulso! E, eu botava tanta fé naquilo, que achava que eu realmente encontraria a tal felicidade (na qual eu realmente sei que não existe) que todos acreditam. Até agora eu me pergunto por que... mas, é claro que não tenho respostas. Mas, não sofro mais por isso... acho que cada um tem a consciência que deve ter e sabe muito bem os atos que fez e que deixou de fazer. E também, não é só por esse motivo que venho pensando assim, e sim por muitos outros ocorridos com as mesmas características.

Sabe pelo que eu mais sofro? Por que perdi a confiança em mim mesmo. Por que perdi a vontade de tentar as coisas, de seguir em frente acreditando que pode dar certo. E sabe por que perdi tudo isso? Por que, o que eu mais quis, o que eu mais desejei e NO QUE EU MAIS ACREDITEI, foi tomado de mim como se toma doce de uma criança (fácil, fácil)! Foi daí em diante que percebi que não devo mais acreditar em nada. Foi desde então que percebi que, os meus maiores sonhos, os meus maiores desejos, não vão dar certo, mesmo eu querendo que dêem. E é por isso, é por isso que estou deixando o vento me levar... levar esse barco no qual estou... sem rumo, sem destino! Deixar que o vento leve pra onde ele quiser. Mas, eu tenho medo do vento. Medo de que ele me leve para o pior caminho possível, e lá, sofrer com a fúria do mar.

Enfim, estou indo por esse caminho com a consciência limpa e certo de que, fiz tudo para dar certo, fiz tudo para o caminho ser o melhor possível. Fui um grande homem, uma grande pessoa. Evitei cada problema, cada distúrbio. E fiz isso por nós... não nós dois, mas, nós todos... amigos, família, pessoas de convivência.... TODOS NÓS! Mas, infelizmente NADA deu certo! E eu por fim, chego a esse ponto de desistência!

Não critiquem, pois amo MINHA FAMILIA, AMO MEU AMIGOS e, sobre todas as coisas, AMO DEUS e A MIM MESMO! Mas, mesmo amando tudo isso, vou deixar o vento me levar, para o caminho que quiser... espero encontrar terra firme, algum dia!

É isso... só mais um desabafo! Abraços, e como sempre, reflitam sobre esse texto, mesmo sendo baseado em mim, serve-te de alguma forma!

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Fofoca de fámilia

Vou dizer duas coisas antes que vocês me apedrejam: Eu gosto da minha família e sou um bom menino! (tosse)

Bom, hoje eu não estou em um dia muito feliz. Primeiro que estou deveras puto (desculpem a palavra) com tudo e segundo que, percebi que preciso de dinheiro. Enfim, isso não interessa... vou escrever um texto sobre uma conversa que tive com minha mãe hoje pela tarde.

Ela chegou do trabalho e colocou as cartas na mesa. Disse que meu tio e a família (lê-se, tio, com “tia” [odeio aquela mulher] com as duas filhas) iriam se apossar de nossa casa por um curto final de semana (ta, não foi com essas palavras mas foi o que entendi), e disse que dormiriam aqui (em casa) pois meu pai estava precisando da ajuda do meu tio (que é eletricista) para fazer alguns reparos na casa! Na boa, ele mora lá na casa do “amigo João” (vocês entenderam bem o que eu quis dizer, não é mesmo?!), até ai eu ate entendo, mas qual o motivo de trazer a família inteira? Não vejo o por que! Na hora que minha mãe me disse tal coisa eu fiz uma cara de escárnio (que diabos seja escárnio, é uma palavra muito tosca e serve pra esse momento). Eu não disse nada, mas ela reparou na minha expressão.

Depois de um tempo, ela veio comentar: “Tava conversando com seu pai, e eu percebi que você é igualzinho a sua avô”. Eu quase “ownei” ela na hora mas, é minha mãe e é melhor preservar os dentes. Eu perguntei, em que ponto é que sou igual a minha querida avozinha, ela disse em praticamente tudo. Disse que eu não gostava de nada... festas, visitas, sair! Na boa, quase perguntei se ela tinha endoidado, mas é minha mãe e como eu disse, não é bom tentar. Mas, calma lá. Eu não gosto de certas coisas mesmo, principalmente quando a visita é mais falsa que minha perna de pau (eu não tenho uma, mas se tivesse...) e também não gosto de gente que me trate feito criança de 5 anos com frases manjadas do tipo: “Olha, o Caio cresceu... nossa, ta bonito! E a namorada?”. Na boa, eu tenho a resposta na ponta da língua, mas sou bonzinho e me controlo. Quanto às festas, ela foi infeliz nesse comentário, eu gosto de festas, admito, mas não festas em que as pessoas comem churrasco, bebem e falam de futebol! Eu gosto de festas mas não de festas em que todos estão mais mortos que as cinzas do meu avo que esta no porão de casa. E sair, nem preciso dizer... saiu com meus amigos quase sempre, só não saiu com meu pai e com ela pois, eles NUNCA saem de casa!

Enfim, depois de tantas explicações pra ela eu comecei a refletir.

Cara, quem diabos aqui gosta de reuniões familiares em que todos bebem cerveja, comem churrasco e se divertem falando de futebol ou da novela das oito, que atire a primeira pedra! Poo, eu tenho meu mundo saca? Tenho meu jeito de encarar a vida e tenho meu modo de me divertir. Não me divirto nem um pouco com família, na boa mesmo! Posso ser um completo autista anti-social mas, não é só por isso, eu não gosto mesmo de algumas pessoas que integram meu campo familiar. Já quanto ao resto, eu gosto de sair cara, mas não para os lugares que minha mãe e meu pai vão (isso raramente quando eles saem). Churrasco na casa do Rubersbal, almoço na casa da tia com os primos chatos, casamento da Juvenilda com o Jeoniadas! Poo, isso lá é lugar pra eu ir? Tenho 19 anos, e não quero enfrentar o mundo dos velhacos agora!


Enfim, é isso... atualização mais que tosca por que eu to com sono. Escreveria mais, mas já deu pra entender a historia! Agora, podem apedrejar à-vontade!

Ah, pra quem ainda não aprendeu a comentar, é só clicar em “... hereges passaram por aqui” e você consegue! Jóinha Champz, ate a próxima!

sábado, 12 de maio de 2007

O MENESTREL

O MENESTREL - Shakespeare
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la...
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam...
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa... por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo... mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão... e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens...
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém...
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

-Texto de um velho amigo meu... Shakespeare! Ele tem que aprender a escrever como eu, mas, esse texto ficou otimo!
Tá, parei de brincar com coisa seria! Bom, esse texto é foda de mais e, pra não deixar isso parado, resolvi posta-lo aqui ate que eu me dessida o que escrever! Eu destaquei algumas coisas que batem com a minha vida e que muita gente vai entender quando ler. Repare que a cada destaque você pode me conhecer um pouco melhor! 8D
Bom, ate a proxima... talvez amanha! ^^

domingo, 6 de maio de 2007

Tempo

Opa, opa.

Olha eu de novo com mais um texto que encontrei aqui!
Leiam e depois comentam. Pó enquanto é essa “Self-atualização”, mas em breve eu escrevo alguma coisa. Alias, eu já tenho algo escrito ma, não vou posta-lo. Só postarei o que escrevi no momento certo. (risos)
Ai vai:

Tempo
Um dia tem 24 horas...
Em um dia, é possível fazer milhões de coisas.
Em um dia, se é capaz de mostrar quem se é e se sentir bem por isso.
Em um dia, é fácil deixar as pessoas felizes.
Em um dia, é possível fazer novas amizades.
Em um dia, é possível amar aquele que ainda não amou.
Em um dia, se é possível dizer um oi aquele seu amigo distante.
Em um dia, se é possível chamá-lo para sair.
Em um dia, se é possível dizer que ama a pessoa que você tanto amou todos esses tempos.
Em um dia, se é capaz de reconciliar a amizade ou o amor perdido.
Em um dia, se é capaz de ajudar a quem você nunca ajudou e se orgulhar disso.
1 hora tem 60 minutos...
Em uma hora, é possível fazer mil coisas.
Em uma hora, é possível se conquistar a quem você nunca conquistou.
Em uma hora, se é capaz de mostrar quem se é e se orgulhar disso.
Em uma hora, é fácil fazer uma pessoa feliz.
Em uma hora, é possível se dizer que ama a pessoa que sempre amou.
Em uma hora, é possível se visitar aquele amigo distante.
Em uma hora, é possível livrar a mente de pensamentos e se sentir bem.
Em uma hora, se é capaz de ajudar a quem você nunca ajudou e se orgulhar disso
1 minuto tem 60 segundos...
Em um minuto, se é capaz de realizar algumas coisas.
Em um minuto, é possível fazer alguém feliz.
Em um minuto, se é possível deixar um "oi" para a pessoa que você tanto gosta.
Em um minuto, é possível dizer que ama a pessoa que você sempre amou.
Em um minuto, se é capaz de livrar a mente de pensamentos e se sentir bem.
Agora, pense no que você não fez hoje.
Preserve seu tempo... preserve as amizades e realize as coisas que deixou de realizar!
Você um dia vai ira orgulhar disso!
Não perca tempo!

Comentário: Cara, eu gosto desse texto. Eu lembro que escrevi ele tomando por base as coisas que eu deixava de fazer. Lembro que mostrei pra algumas pessoas e ate foram bem aceitos. Mostrei até pra minha Ex-namorada, agora não sei se ela se lembra! (risos) Mas, o que quero comentar é que esse texto tem um certo significado pra mim. Antes de falar de mim, vou criticar a ação de algumas pessoas antes. Note que nós (todos nós) não costumamos dar valor ao nosso tempo e sempre fazemos as coisas sem pensar nele. Nesse período de fazer as coisas do cotidiano, sempre esquecemos das mais importantes dando desculpas do tipo “Ah, deixa pra amanha”! Cara, todos somos assim... mas, por meio desse texto (que eu mesmo escrevi... engraçado, não?) eu repensei em cada minuto que tenho de vida! Vou mentir se disser que estou aproveitando ao Maximo meu tempo, mas que me fez pensar isso é FATO! Pense você também, não custa nada dar um pouco mais de valor ao tempo!

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Direto do Baú

Opa, opa!

Bom, nesta noite de terça pra quarta, alguns pensamentos não me deixaram escrever qualquer coisa que eu queira... só lamentações mesmo! Eu tive uma conversa com uma amiga a pouco no msn sobre esses pensamentos e ela sessou-me. Mas, infelizmente ainda me sinto bloqueado e, devido a isso, não consigo escrever nada de interessante que possa postar aqui. Mas, trago algumas coisas que encontrei nos confins de meus arquivos ocultos... sei que alguns vão achar EMO de mais, mas tenho que postar isso. É meio que uma forma de expressão, saca? Lembra, aquela de “Liberdade de Expressão”? Então, preciso fazer isso e preciso que vocês entendam. Não precisa se sentir reprimido depois de ler estás coisas aqui... esse Blog não vai ficar assim por muito tempo! Prometo!

Começaremos então por alguns textos:

“Eu quero difamar a realidade... quero criar meu mundo! Quero ser outro... diferente do que hoje sou. Quero ter coisas novas, viver coisas novas... quero uma vida só minha, onde ninguém imponha respeito. Quero um lugar ao sol, sozinho, sentindo a brisa no rosto e cantando Free Day o dia todo! Quero você ao meu lado, para vivenciar essa nova era. Quero ser poeta e por fim te encantar com lindas poesias. Quero ser feliz e te deixar feliz!
Não me engane, não me deixe só... não brinque com meus sentimentos... seja você, ô minha rainha, mulher que eu amo!
Mude meu mundo... entre nele e me faça feliz!”

Comentário: Acho que alguns vão se perguntar o que me fez escrever isso. Bom, a mulher que citei ai talvez nem se lembre desde texto... mas, eu mostrei a ela. Eu até queria que se lembra-se disso... até por que, acho que, sempre me baseei nela! Enfim, não só pra ela,
talvez sirva para algo de alguma forma. Ah, ele faz parte de um documento que tenho aqui chamado “Fases”!

Vamos para o próximo:
Imagino se uma das coisas que eu fizesse na minha vida tivesse dado certo... eu nem me preocuparia mais! Seria ate interessante viver... mas pra mim, a vida não tem interesse algum! Sempre me passa pela cabeça as pessoas que marcaram minha vida... poucas delas, hoje, eu ainda tenho contato... mas muitas se foram sem nem deixar um "Adeus"! Ainda não sei por que penso isso. Sentimento de culpa por fazer as pessoas se afastarem... sempre a culpa acaba sendo minha. Eu jogo pra lá jogo pra cá e nunca da certo. É simples imaginar essas pequenas coisas dando certo! Hoje eu seria diferente... eu ate aceitaria a pseudo felicidade que as pessoas tem! Penso como seria meu sentimento hoje voltado para um único lado... seria muito bom!

Comentário: Esse é bem antigo... no tempo eu era meio indeciso. Eu sempre me lamentava de coisas que não tinham nada a ver. Mas, sabe que de alguma forma ainda me encaixo em partes deste texto. A começar por “a vida não tem mais interesse”. Serei sincero, posso não ter 80 anos, mas não encontro mais interesse na vida. Sei lá, talvez por que eu já esteja cansado disso tudo. Segundo, à parte que diz “Sempre me passa pela cabeça as pessoas que marcaram minha vida... poucas delas, hoje, eu ainda tenho contato... mas muitas se foram sem nem deixar um "Adeus"!” É meio complicad levar isso... essas coisas mechucam bastante e nem sabemos dizer por que... enfim, eu já recebi uma resposta em função disso a um bom tempo atrás, e ela está aqui:

Anonimo diz (00:32 (4 de setembro de 2006)):
e as pessoas n se afastam de vc vc q parece q ker eleas longe as vezes...

(Não vou colocar nomes ok? A pessoa que me disse isso não vai se lembrar, mas um dia ela se lembra).
Tenho algo a dizer: Eu ouvi esse conselho (me baseando na conversa que tive com essa pessoa)... guardei-o e quase o tatuei no braço. Mas, quem me disse isso hoje mudou e se afastou... mas, será que dessa vez a culpa foi minha?

E o ultimo texto:

Dia bonito... Momentos belos e inesquecíveis. Assim foi esse 13 de julho!
Bons momentos passam rápido e deixam muita saudade. E são esses bons momentos que são inesquecíveis, a ponto de deixar uma ampla saudade em qualquer pessoa que tenha passado por eles. Mesmo essa saudade enorme dominando meu ser, me sinto muito feliz por estar vivo ainda e ter passado por este dia. Agradeço a Deus por isso!
Esses momentos únicos e brilhantes onde a amizade fala mais alto que tudo, são, infelizmente, raros. Essa é uma grande amizade construída a pouco, mas fortificada pelo tempo. Ela se foi, e a saudade ficou. Mas estou muito feliz por tela visto e ter realizado um grande desejo meu! E ainda desejo que este dia e esses momentos retornem e marquem cada vez mais minha vida! Um dia tudo volta a acontecer... e espero ansioso por isso!

Comentário: Uma homenagem a um certo 13 de julho. Será que você ainda se lembra dela? Ela ta em todos os lugares... dia maravilhoso aquele não? Pois é... e você nem se expressou.

Talvez amanha eu escreva algo que valha pena ou traga mais coisas do fundo do Baú!

domingo, 29 de abril de 2007

Sobre as Mulheres

O texto é pequeno, mas quero fazer uma pequena homenagem a esse ser que Deus colocou no mundo.

Antes de tudo, quero que entendam, não tem nenhuma mentira no texto, OK?

Lembro-me que minha avó (que Deus a tenha) me contou uma historia sobre um homem e uma mulher que se conheceram no paraíso, da qual tiveram seus nomes escolhidos por um cara chamado Deus.

Vou ser sincero, a historia é mais fantasiosa do que Alice no País das Maravilhas. Eu era pequeno e acreditei em tudo aquilo. Claro, quem sou eu pra julgar se existiram ou não... mas, a discussão não é essa. Citei-a somente como exemplo.

Como todos já sabem, segundo a historia, Eva foi a primeira mulher do mundo, e fez companhia a Adão, um cara barbudo e feio. Depois da historia toda, Adão e Eva foram expulsos do tal Paraíso, pois não pagaram a conta da maçã estragada.

Depois de ouvir tamanha história, fiquei me perguntando, por que Deus fez necessariamente o homem e a mulher e lhes deu os nomes de Adão e Eva (nesta ordem). Ele poderia ter feito dois seres peludos e pequenos e chamado-os de Tico e Teco.

É claro, depois de tanto pensar, não cheguei e lugar nenhum... mas resolvi descobrir a diferença entre um e outro.

Naquela época eu era só um pirralho e não estava nem ai pra porra nenhuma. Me esqueci dessa historia ate meus 14 anos.

Com 14 anos, meus amigos já tinham namoradas e já estavam entrando naquela historia do beijo e tudo mais. Confesso, naquela época eu não ligava pra isso... e nem pensava em namorar ou “ficar” como é o dito popular.

Mas, me lembrei da historia da minha avó e resolvi ir a busca do sentido “mulher”. Fui para casa, entrei na internet e... bom, não foi um caminho muito feliz a se tomar. Primeiro porque, naquela época, eu tinha como meio de busca o Cadê e uma internet tartaruga que andava a 56kbp/s e segundo que, (confesso) o que achei não era o que estava esperando. Claro, a mente de um garoto de 14 anos não era tão limitada... mas, eu nunca tinha visto aquilo como vi naquela hora. Eu resolvi desistir e procurar outros meios para encontrar respostas.

Perguntei a minha avó sobre o assunto... ela filosofou de mais e quase me fez dormir. Foi então que desisti de procurar e descobrir por mim mesmo.

Nessa mesma época, um amigo me convidou a ir a praia com a família. Aceitei de boa, sem titubear. Foi então que algo me tocou... era linda, era simplesmente uma Deus perto de qualquer outra... cabelos ao vento, óculos de sol, um lindo sorriso... Ah, naquele momento eu descobri o que realmente era “Mulher”. Eu olhei pra ela, ela olhou pra mim, laços sem cruzaram no elevador. Ela tinha me notado. Ela tinha notado, um monte de osso coberto por pele...

Bom, na minha realidade ela tinha me notado. Eu achando que sim, levei isso a serio e logo queria saber quem era. Grande decepção, era tão linda que já tinha muitos atrás dela. Eu voltei pra casa arrasado e pensando que “Mulher” só servia pra arrasar corações.

É a partir desse historia toda que entro em discussão. Sabe, eu sempre admirei certas mulheres. Primeiro que elas agüentam viver em um mundo cheio de homens fedorentos e barbudos comedores de frango. Segundo que elas tende agüentá-los quando começam a forma filas atrás delas. E terceiro, elas são inteligentes, sabem muito bem o que querem e baseiam suas vidas nisso. Elas lutam, batalham e travam guerras por um lugar na sociedade que hoje, ao meu ver, é machista. Todas elas têm um cheiro único e incomum as outras... todas elas tem seu andar e seu olhar. Todas têm seu jeito e sua forma de se vestir. Elas sabem provocar e sabem o ponto fraco de cada homem. Em sua maioria, são seres perfeitos com a mente limpa e inocência de “criança”.

Sabe, eu não consigo imaginar um mundo sem o poder delas... por que, é nelas que encontramos tamanho desejo... é nelas que encontramos amor, carinho, paixão. Quando que um homem vai ser carinhoso e meloso do jeito que elas são? Claro, a não ser que ele caia pro outro lado, mas daí já é outro caso.

Já percebeu que, na maioria das vezes é o homem que sofre por uma mulher... elas podem sofrer por nós, homens, mas não demonstram e escondem muito bem isso. O sentimento que temos vem delas...

É por isso que, com todas as palavras que consigo escrever aqui, eu digo: Eu amo as mulheres! Apesar de não ter nenhuma (já tive...) eu sempre gostei desse ser belo e orgulhoso que é a mulher.

Pode ate parecer contraditório para um homem que não é notado por elas... mas ainda sim posso dizer tudo isso com toda minha certeza!

E é com esse texto bizarro que homenageio as Mulheres que conheço hoje... tem a Carol, a Thais, a Seiara, a Iza, a Ju, a Pam, a Taty, a Luiza, tem também a Bia e a outra Bia, tem Fátima, a Bruna, a Solange, a Mari, a Débora ... enfim, a todas elas (e muitas outras que não citei aqui), eu garanto meu respeito e minha forte admiração!

terça-feira, 24 de abril de 2007

A Arte de dizer Não

A Arte de dizer Não

Cairemos em contradição, você pode dizer que não, mas sempre diz sim.

Vamos imaginar: Seu chefe esta em um dia de fúria. Claro que a culpa não é sua, e sim da mulher dele que regulou na noite passada. Você, um mero e simples estagiário, está fazendo seu trabalho numa boa e sem enchimento de saco (sinta o tom de ironia nessa parte). Um dos funcionários, grande amigo seu, do mesmo setor, precisa tirar dúvidas com o Sagaz homem que, hoje, é seu chefe. O chefe recebe o recado que tal funcionário precisa de tal ajuda e que se esclareça tal duvida. Por mais nervoso que ele esteja, aceita tirar duvidas no momento do café, afinal, a empresa sem ele não andaria.

Ele chega nervoso, batendo o pé e reclamando de pingos de café sobre a mesa de trabalho da pobre funcionária. Você está em seu exílio matinal de liberdade, ou seja, voe não tem o que fazer e está coçando. O chefe chega ao seu setor e começa a conversar com aquele seu amigo que precisava dele. Nesse momento você entra em um certo desespero e procura algo rápido para fazer. Senta em posição, abre documentos importante e começa a ler desesperadamente e nem percebe que aquele texto é sobre o chá de bebe da Marildete do setor ao lado.

Por um momento, você relaxa e vê que o chefe não está nem ai, mas começa a ouvir a tal duvida que seu amigo tinha. O pobre homem pergunta se a programação do documento estava correta, sem erros, e diz que precisava termina-la hoje... por isso precisou de ajuda imediata. A conversa segue com seu chefe gritando e xingando ele de incompetente. Depois de tantos esporros, ele chega a uma conclusão: a linha 3 estava errada, anulando assim a linha 4 juntamente com a 6 que estava sem coerência. Por mais que você ria por dentro a sorte está ao seu lado, e quando o demônio esta para deixar seu setor você escuta: Ei, o que esta fazendo? Você levanta-se assustado e não sabe o que dizer. Sua resposta sai totalmente sem sentido...

E logo em seguida ele diz: Você não esta fazendo nada. Anda, levanta... preciso de ajuda no setor 7. Milhões de coisas passam por sua cabeça e nenhuma delas é a palavra “Não”!

Claro, o que mais vale nessa hora? Seu emprego, ou uma simples palavra de três letras que pode deixar o Sagaz homem como uma mulher no estado TPM? Seu emprego vale mais, claro. Você titubeia por um tempo e logo depois, vencido pelo olhar inativo do chefe, diz “Sim, claro”.

Mas, hoje a sorte está do seu lado... e chegando no setor 7, as mesas estão fartas de café e bolachas. Seu paladar se enche de água. Mas, você não esta ali para aquilo e sim para saber o que o demônio do seu chefe quer! Ele pede que espere um momento ate que pegue as papeladas. Nesse momento, na sala, fica somente você e a farta mesa de café e bolachas. Você quer se sentar, mas pensa que talvez cause má impressão. Seu chefe volta e lhe entrega os papeis... logo em seguida, diz: Vê aquelas caixas ali? Seu trabalho aqui é leva-las para os setores numerados que estão nessa lista.

Você fica emputecido, mas não demonstra... e logo vê que há uma pilha de caixas com vários números, uma sobre a outra. Antes que seu chefe saia, você pergunta com total responsabilidade e com o rabinho entre as pernas:

-E o que aconteceu com o... aquele cara que sempre está por aqui carregando estas caixas?

-O Fulano? A esposa teve cria... ele não virá hoje! – responde com muito mal o humor o homem que lhe deu o emprego.

Você abomina a cria e a esposa do homem, e quer que todos queimem no fogo do inferno juntamente com aquele seu amigo do seu setor que tinha uma duvida mais idiota que sua própria vida.

A historia é longa, eu sei mas, isso nos faz pensar no nosso dia a dia. Deveria existir um manual para aqueles que querem aprender a dizer “Não” e ter um bom argumento para quebrar qualquer coisa que possa o fazer dizer “Sim”. Imagina só:

-Querido, vá arrumar o telhado que está com um furo por causa dos gatos.
-Não!
-Como não?
-Pode afetar o processo de acasalamento dos pobres gatinhos, pois a procriação acorre no forro da casa... logo, se eu o fizer, posso causar um distúrbio na falna em que os gatos vivem e, assim, afetar o processo de evolução da espécie. Biologia querida, você deveria aprender.

Seria menos pior uma situação assim do que ter que subir ate o telhado e tropeçar em telhas, cortar os dedos e perder o jogo do seu time que esta para começar.
Pode parecer simples dizer “Não”...

-Querido, quero uma noite de sexo e sadomisação!

-Não...

-Mas, porque não?

-Por que não!

-Você é um grosso e eu te odeio.”

E assim termina o casamento.

Sabe, acho que aprendemos a dizer não quando começamos a ser frios como gelo. Mesmo que isso afete o sentimento do próximo ou algo assim.

É por isso que eu digo... seja qual o for a situação, tenha uma boa desculpa em mente para se safar de um “Sim”!